quinta-feira, 6 de maio de 2010

Visceral

Eu não preciso dos teus floreios. Dos teus rodeios.
Gosto das coisas claras.
Mesmo que a verdade seja dura, crua... e me tire o sono.
Não se esconda atrás dessas palavras vãs.
Quero saber das suas lutas, das tuas putas, todas santas e puras.
Quero que você dedilhe em mim a tua cartilha.
Dia e noite.
Noite e dia.
Me prenda nessa armadilha.
Me coma, me doma.
Seja cafona, piegas.
Seja anti-romântico.
Mas não me venha com palavras vãs.
Prefiro não te saber mecânico.
Comigo seja orgânico. Natural, visceral!
Seja espontaneamente meu... enquanto eu ainda quero te fazer minha aventura.

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